19/07/2006 10:55 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Do mundo virtual ao real

O mercado chinês é um dos únicos no qual a eBay não tem posição dominante. No seu principal concorrente no pais, a TaoBao, faz sua primeira incursão no mundo real por meio de um shopping center.

O empreendimento, com 12 mil metros quadrados e espaço para 300 lojas, será aberto numa rua de alto padrão de Shanghai e operado por uma empresa estatal, que licenciou a marca e pagará US$ 1,25 mi por ano pelo seu uso. Uma das razões do apoio da empresa ao projeto é miminizar barreiras e criar formas de introduzir o comércio eletrônico a novos usuários.

Estima-se que o mercado chinês c2c tenha movimentado US$ 624 milhões no primeiro quadrimestre deste ano, com uma fatia de 57% para o TaoBao e 28% para o eBay China. O TaoBao é de propriedade do Alibaba, maior site de b2b do mundo e operadora local do portal da Yahoo!, que investiu US$ 1 bilhão e detém 40% da empresa chinesa.

China’s eBay rival opens real shopping mall (VNUNet, via China Net Investor, em inglês): www.vnunet.com/vnunet/news/2160023/online-auctioneer-opens-real

Website TaoBao (em chinês): www.taobao.com

Estatísticas do blog

Fico feliz em compartilhar que mesmo com poucas semanas de vida, o ArquivoChina já consolidou uma média de 21 visitas por dia. A grande maioria é do Brasil, mas, muitas são da própria China. Imagino que sejam expats brasileiros ou descendentes que voltaram ao país dos antepassados.

Ocasionalmente o blog é acessado por visitantes de outros países como Japão, EUA, Angola, Holanda, Alemanha, entre outros.

A todos, agradeço se puderem ajudar a divulgar ainda mais o ArquivoChina entre seus amigos e colegas. Este é um trabalho totalmente voluntário e tem como objetivo ajudar a divulgar notícias e informações sobre a China no Brasil.

19/07/2006 10:55 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Fim de um império?
A chamada é só uma provocação. Richard Li, filho do 10o (décimo) homem mais rico do mundo Li Ka-shing, ainda está bem financeiramente (a fortuna do pai está avaliada em US$ 18 bilhões).

O ponto é outro. Seu sonho de construir um império de negócios dos novos tempos será retardado um pouco.

Os anos 90 começaram bem para Li, que usou parte do dinheiro que ganhou vendendo a rede de tv por satélite STAR por US$ 950 milhões para o australiano Ruper Murdoch (NewsCorp, Fox e SKY) para fundar a Pacific Century Group. A empresa, mais tarde renomeada PCCW, seria uma holding de empreendimentos em telecom e internet. Uma das principais aquisições foi a operadora de telefonia fixa de Hong Kong Cable & Wireless HKT, um negócio avaliado na época em US$ 38 bilhões.

A tempestade do mercado pontocom atingiu a empresa em cheio, mas, outros negócios mantiveram as coisas funcionando. Como uma matéria da MercuryNews aponta, um projeto imobiliário foi a salvação. Agora, Li vende 23% de sua participação na PCCW a outro investidor por US$ 1,2 bilhão.

Lembro-me bem de ter acompanhado pela mídia o início dessa história. Li, pai, é visto com muita admiração pelos chineses, ainda mais pelos seus trabalhos de filantropia. Suas atividades passam pelo setor imobiliário, operadoras de telefonia celular até terminais portuários. A expectativa era grande quando seu filho iniciou-se na direção dos negócios. A dúvida era se o Richard conseguiria superar o pai. Provavelmente, por isso ele optou por entrar em um ramo diferente para deixar sua própria marca. Pelo jeito, já deixou, mas, ainda continua a uma distância do pai…

Richard Li sells 23 percent stake in PCCW to finacier Leung (MercuryNews, em inglês): http://www.siliconvalley.com/mld/siliconvalley/news/15007268.htm

Perfil de Li Ka-shing na lista da Forbes dos homens mais ricos do mundo (Forbes, em inglês): http://www.forbes.com/lists/2006/10/SO0W.html

Superávit de US$ 14,5 bilhões

O Ministério do Comércio da China anunciou superávit de US$ 14,5 bi no mês de Junho, contra US$ 13 bi de Maio. Desde o início do ano o país já acumula US$ 61,45 bi,

Coletânea de outras fontes com a mesma notícia, todas em inglês (entre elas Forbes, Financial Times, China Daily, etc): http://news.google.com/news?q=china+trade+surplus&hl=en&lr=&pwst=1&sa=X&oi=news&ct=title

 

A moda da cirurgia plástica na China

Semana passada um amigo (americano de nascimento e brasileiro por adoção – é isso, Jimmy?) perguntou-me se existia alguma operação para transformá-lo em chinês, já que estes estavam em todas (negócios). Comentei que, ironicamente, eles querem exatamente o contrário.

Uma das cirurgias plásticas mais populares na China é a de duplicação de pálpebras. Nela corta-se uma parte da pele sobre os olhos, procedimento que dá a impressão que ficam mais vivos e maiores. Para ter uma idéia melhor do que estou falando, vejas as fotos do antes e depois no site de uma clínica www.drmeronk.com/asian/asian-eyelid-photos.html.

E pra ilustrar, encaminhei a este amigo a sátira abaixo sobre essa operação de duplicação de pálpebra. Fonte: http://comic.sina.com.cn/m/2006-06-23/103595399.shtml

ps: este que vos escreve tem pálpebras duplas, naturais🙂

Legenda:

1. Meu filho é mesmo estranho
2. Meu marido e eu temos pálpebras duplas
3. Como ele pode ser “mono-pálpebras”
4. Como é esquecida! Você modificou suas pálpebras com operação! Olhe uma foto antiga.

Dica do Virtual-China.

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