Archive for the ‘Empresas brasileiras na China’ Category

“Empresário brasileiro desconhece a China”

novembro 3, 2008

As palavras são do novo embaixador do Brasil na China, Clodoaldo Hugueney, em interessante entrevista ao Estado de S. Paulo. Confira uma parte abaixo:

Cláudia Trevisan, PEQUIM

A imposição de barreiras não é o caminho para defender a indústria brasileira da concorrência chinesa. Os fabricantes nacionais têm de se modernizar e, eventualmente, abandonar os setores nos quais o país asiático é muito competitivo, afirma o novo embaixador do Brasil em Pequim, Clodoaldo Hugueney, de 65 anos.

Na primeira entrevista desde que assumiu o cargo, há um mês, o diplomata reconhece que falta agressividade na promoção comercial de produtos brasileiros na China, onde há um enorme mercado a ser explorado. Segundo ele, o desconhecimento leva muitos empresários brasileiros a concluírem, de maneira equivocada, que o país asiático só importa bens primários. “Na verdade, o que a China menos importa é matéria-prima. A maior parte das importações chinesas é de bens manufaturados. Do Brasil, não, mas da Ásia, da Europa, dos Estados Unidos”, disse Hugueney ao Estado.

Ex-embaixador do Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC) e com uma carreira de 45 anos no Itamaraty, o diplomata assumiu uma embaixada desfalcada e conta com apenas cinco diplomatas para cuidar da relação com o que hoje é o segundo maior parceiro comercial do Brasil. Apesar disso, se declara otimista e espera em breve recompor a lotação completa, de dez diplomatas, o que deixará a representação do Brasil na China de um tamanho comparável ao da Embaixada da Venezuela. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Qual é hoje a importância da China para a política externa brasileira?
A China hoje é uma potência global do ponto de vista econômico e tem uma influência crescente. A manutenção do crescimento na China é fundamental para preservar o crescimento no mundo porque as grandes economias desenvolvidas não vão crescer. Isso tem uma importância extraordinária para o Brasil, pela exportação do Brasil de produtos básicos, como minério de ferro, cujos preços vêm caindo. O que sustentará o mercado nos próximos anos é a demanda chinesa.

A importância da China se reflete na representação diplomática do Brasil em Pequim?
Nós temos com a China uma relação de grande importância. O presidente Lula esteve aqui várias vezes, e não só em Pequim, mas em outras cidades, temos contatos no mais alto nível. A China é o segundo maior parceiro comercial do Brasil. Mas há ainda um desconhecimento muito grande, tanto do Brasil na China como da China no Brasil, e a embaixada tem dimensões reduzidas no contexto do novo papel da China no mundo.

Quantas pessoas a embaixada tem hoje? Seu tamanho é comparável à de que outro país?
A embaixada hoje sou eu, o ministro-conselheiro e quatro diplomatas. O número de funcionários é um pouco inferior a 40. É comparável a de um país latino-americano pequeno ou médio. É um pouco menor que a Embaixada de Portugal aqui, entre os países europeus. Os países asiáticos têm representações muito maiores em Pequim. A Embaixada da Índia tem 20 diplomatas. A embaixada dos Estados Unidos tem 1.500 funcionários e a do Canadá, 320.

Quando se olha 2004, o ano da visita do presidente Lula à China e do presidente Hu Jintao ao Brasil, a impressão que se tem é que a importância que o Brasil dava à China era maior que dá hoje. O que aconteceu?
Não acho que isso corresponda à realidade. O Brasil dá uma grande importância à China. Mas há uma distância geográfica muito grande, a China tem uma prioridade para seu entorno regional e para seu relacionamento com os Estados Unidos. No ano que vem o presidente Lula vai visitar a China, haverá reunião da Cosban no Brasil e o primeiro-ministro, Wen Jiabao, deverá ir à América Latina, incluindo o Brasil. Também teremos a visita do ministro Celso Amorim à China e a do chanceler chinês ao Brasil. Mas falta um programa de médio e longo prazos e o desenvolvimento de alguns novos projetos. Biocombustíveis é uma área em que o Brasil tem liderança mundial e na qual a China tem interesse. Nós poderemos desenvolver um diálogo sobre energia, meio ambiente e biocombustíveis. O Brasil também tem uma liderança mundial em matéria agrícola e um diálogo pode ser extremamente interessante.

Carta da China

janeiro 7, 2008

O Conselho Empresarial Brasil-China publica mensalmente um excelente boletim sobre economia e comércio da China (e com a China). O impresso é enviado apenas a associados e indicados, mas a versão em PDF pode ser baixada aqui.

Vaga: trainee fluentes em mandarim para Weg

setembro 25, 2006

WEG Equipamentos Elétricos S.A., uma companhia brasileira com matriz situada no sul do país, em Santa Catarina, uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, está recrutando candidatos para trabalhar nas áreas de Vendas, Engenharia, Procurement e Administrativas com foco para o mercado Chinês.

Requisitos:

* Graduação: com preferência em Engenharia Mecânica ou Elétrica
* Fluência no idioma Mandarim
* Boa comunicação verbal e escrita;
* Iniciativa e pró-atividade;
* Disponibilidade para viagens e/ou transferência para a China.

Oferecemos:
Salário compatível com o Mercado, participação nos lucros e resultados, assistência médica, hospitalar e odontológica, programa de treinamento e plano de carreira estruturado.

Os interresados favor mande currículo para franciscon@weg.net

. Outras notas do ArquivoChina sobre Empregos e Mercado de Trabalho

Chineses voando de Embraer

agosto 30, 2006

Relevante, principalmente porque o governo chinês está montando uma nova empresa exatamente para concorrer com a joint-venture formada pela Embraer e AVIC1 (fabricante estatal aeroespacial chinesa).

. Chineses cumprem promessa e adquirem 90 aviões da Embraer (Valor Econômico)

Bancos brasileiros na China e vice-versa

agosto 17, 2006

Banco do Brasil e Itaú estão ampliando o campo de atuação na China. Até então, o foco dos dois bancos têm sido  serviços financeiros voltados ao comércio exterior.

Com o aumento do número de brasileiros residentes no país asiático, o BB fortalece os serviços voltados a pessoas físicas, como já faz em países que têm grandes comunidades de imigrantes do Brasil. Já o Itaú, além de financiamento e garantia a empresas brasileiras, mantém em Hong Kong uma corretora para venda de ações e títulos a investidores da região.

No outro sentido, o Hantec, um grupo financeiro de Hong Kong, fortalece a operação brasileira. O chairman da empresa esteve em São Paulo na semana passada para apresentar a empresa à comunidade local.

. BB e Itaú ampliam as atividades na China (Valor Econômico)

. Website Hantec (Em Inglês e Chinês)

Politec participará de censo populacional da China

agosto 11, 2006

Nem aquela velha brincadeira de ficar bilionário vendendo uma escova de dente para cada chinês é mais levada a sério porque, infelizmente, muitos chineses não devem ter acesso ou costume à prática da higiene bucal. E nos dias atuais de mercado de nicho, crm, personalização, etc etc, parece que existem poucas oportunidades de negócios que englobem a população chinesa inteira.

Uma delas é contar quantas pessoas há no país. Isso mesmo, o censo populacional. E uma das empresas envolvidas é brasileira.

Veterana do censo brasileiro, a Politec fechou acordo para participar de um grupo de empresas que fará o próximo censo populacional na China. A reportagem do Valor Econômico não dá detalhes do tipo de atividade que a companhia fará (não vou fazer nenhuma brincadeira sobre contar os chineses um-a-um).

Ainda em relação ao mercado chinês, a empresa brasileira fechou acordo de joint-venture com a chinesa Neusoft para criar uma fábrica de software no pólo tecnológico de Shanghai, que inclusive já tem um cliente, o Banco Agrícola da China. Esta é uma notícia muito interessante e, acima de tudo, importante, já que o Brasil sempre foi visto como centro internacional de excelência em tecnologia bancária, enquanto a China sempre teve no setor financeiro uma área pouco azeitada.

Certamente pesam a falta de reconhecimento da TI brasileira no mercado internacional e principalmente a agressividade da Índia e da própria China nessa área, mas, estava mesmo de demorando para alguma empresa brasileira conseguir fechar um negócio significativo no país asiático. E como americanos, europeus e todo o resto do mundo está de olho no mercado chinês, qualquer atraso representa janelas de oportunidades fechadas.

Links:

. Politec monta fábrica na China e prepara-se para fazer censo chinês. (Valor Econômico)

. Website Politec

Veja – Especial sobre a China

agosto 9, 2006

Índice da revista Veja com links abaixo.

Novos posts do ArquivoChina: 1) Brasileiros trabalhando na China; 2) Mercado de Trabalho na China; 3) Luxo Made in China; 4) 10 sites mais visitados do mundo (4 são chineses) e 5) Top 100 multinacionais do século 21 (41 chinesas e 12 brasileiras).

A reinvenção do mundo
A novíssima China
Uma vitrine aberta
Revolução pelo saber
De olhos bem abertos
Retratos da China
A ordem é crescer
A simbiose com os EUA
O Brasil na festa chinesa
Estilo refinado
O sucesso do capitalista vermelho
Comunistas com cartão de crédito
Será que cabe mais gente?
Lindas e descoladas
A resistência do atraso
Ensaio: Roberto Pompeu de Toledo

100 maiores multinacionais do século 21 (41 chinesas e 12 brasileiras)

julho 19, 2006

29/06/2006 09:18 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Google já lucrando na China?

Okay, essa notícia já é bem velhinha, mas, é relevante e vale menção.

A Google anunciou que vendeu sua participação na Baidu. Um dos primeiros investidores, a empresa americana comprou antes do IPO por US$ 5 mi cerca de 2,6% das ações ordinárias classe A do mecanismo de busca chinês. Na época da venda, na semana passada, essa participação já valia US$ 60 mi.

Obviamente além de embolsar uma grana, a motivação desse deal é permitir aos americanos competirem com liberdade no mercado de busca chinês, onde está a anos-luz atrás da Baidu em market-share.

Google Sells Stake in Baidu.com (Yahoo, em inglês): http://biz.yahoo.com/ap/060622/google_baidu.html?.v=1

27/06/2006 20:32 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Google: (quase) U$ 10 milhões para contratar seu homem na China

Alguns meses atrás, aconteceu mais um capítulo da acirrada briga entre duas das principais empresas de tecnologia do mundo. A disputa, judicial, era entre Microsoft e Google. Terreno: China. Motivo: o executivo Kai-Fu Lee. Uma matéria recente da FastCompany conta um pouco da sua história.

Lee foi um dos grandes responsáveis pela consolidação da Microsoft na China. Construiu para a empresa americana uma forte rede de relacionamento e um dos principais laboratórios de pesquisas tecnológicas do mundo. Além disso, o executivo era também uma espécie de executivo-estrela. Autor de um best-seller de auto-ajuda profissional e requisitadíssimo palestrante, ele ajudou a fazer dos empregos na Microsoft os mais desejados entre os profissionais chineses e, principalmente, talentos de TI.

Para ter Lee na sua folha de pagamento, a Google mexeu fundo no caixa. São US$ 2,5 mi de signing bonus (uma espécie de prêmio de transferência), US$ 1,5 mi depois de um ano e mais de US$ 5 mi em ações. Além de mirar no mercado local, a Google quer de Lee uma de suas principais habilidades, montar equipe. Os profissionais chineses atuarão não só na companhia na China, mas, principalmente, em mercados internacionais.

Talent Magnet (revista FastCompany, em inglês): http://www.fastcompany.com/magazine/106/talent-magnet.html

Perfil de Kai-Fu Lee (site corporativo Google, em inglês): http://www.google.com/intl/en/corporate/execs.html#kaifu

Site pessoal Kai-Fu Lee (em chinês): www.kaifulee.com

21/06/2006 10:29 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Top 100 multinacionais do século 21 (41 chinesas e 12 brasileiras) Parte III

Link para os websites de algumas das empresas chinesas mencionadas no estudo da Boston Consulting Group (BCG) que têm presença no Brasil.

Gree: www.gree.com.br
Huawei: www.huawei.com.br
Lenovo: www.lenovo.com/br/pt/
SVA: www.sva.com.br
ZTE: www.ztebrasil.com.br

21/06/2006 10:14 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Um rápido perfil deste que vos escreve

Nome: IN Hsieh

Pessoal: descendente de chineses nascido em Curitiba em 1975.

Profissional: atuamente sócio em uma empresa de consultoria e desenvolvimento de negócios. Passagem por empresas como InvestNews/Gazeta Mercantil, iBest/AgênciaClick, Submarino.com, Accenture, GTech/Monitor e assessoria a empresas chinesas no Brasil e vice-versa.

Acadêmico: formado em Administração de Empresas pela FGV e especialização em Desenvolvimento de Negócios e Empreendedorismo pela mesma.

Mentor de carreira de jovens universitários e recém-formados da comunidade chinesa no Brasil.

21/06/2006 08:35 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

China na África

O Valor Econômico publicou hoje uma boa matéria sobre o avanço da influência chinesa no continente Africano. O país asiático está tomando a posição do Brasil de principal parceiro de Angola, por exemplo.

Os principais interesses da China estão em recursos naturais, especialmente petróleo. Em troca de garantias de fornecimento e sem contrapartidas políticas, os chineses oferecem investimentos e linhas de crédito.

Outro ponto fundamental nessa ofensiva mas não mencionado pela matéria são os ganhos geopolíticos. A China também está de olho nos votos em organismos internacionais desses países africanos. Pelo apoio político, eles recebem recursos aos quais dificilmente teriam acesso.

China faz este ano sua maior ofensiva na África (Valor Econômico): http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/primeirocaderno/Internacional/China+faz+este+ano+a+sua+maior+ofensiva+econ%c3%b4mica+na+Africa,,,61,3748885.html

20/06/2006 24:57 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Mais futebol

ArquivoChina em clima de Copa.

Sempre digo que chineses não jogam bem futebol (a maioria, eu inclusive, mas, nem todos) simplesmente porque não nasceram para isso… o DNA não foi programado. E não é que arranjaram uma justificativa para sair por cima? Uma professora do Institute of Sociology, Chinese Academy of Social Sciences diz que a razão é cultural (!!!)

Ela diz que os chineses, especialmente da etnia Han (92% da população), são pessoas elegantes e educadas que não praticam bravura descabida e preferem métodos mais suaves. E como o futebol é fisicamente intenso e até violento, não é adequado aos chineses.

Okay, agora entendi. Somos gentlemen e não gostamos desse esporte de bárbaros. A-han…rs.

Why Chinese People Are Not Good At Football (Virtual China, em inglês): http://www.virtual-china.org/2006/06/why_chinese_peo.html

20/06/2006 24:49 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Assuntos mais procurados na internet chinesa

Via Virtual China (www.virtual-china.org)

A Baidu, principal serviço de busca online da China, tem seu correspondente ao Google Zeitgeist, ferramenta que aponta os assuntos mais buscados do período. O interessante é que existem rankings por categorias, como Top10 belezas femininas, Top10 programas de televisão, Top10 jogos online, Top10 empresas de capital aberto, entre outros.

中文搜索风云榜 (em chinês): http://top.baidu.com/

20/06/2006 24:39 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Males da política do filho único Parte II

Correções recebidas do leitor Eduardo Lee.

. O governo chinês já proibe exames para detectar sexo.

. Desequilíbrio de sexos nas grandes cidades devem-se à ida de mulheres aos grandes centros urbanos. É comum mais mulheres do que homens.

Obrigado pelo alerta!

20/06/2006 24:22 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Copa do Mundo na China

Alguns momentos da Copa na China:

1. Brasileiros acompanhando jogo da seleção em Beijing. (Blog do Gilberto Scofield, correspondente em Beijing do jornal O Globo): http://oglobo.globo.com/online/blogs/gilberto/post.asp?cod_post=11344

2. Funcionário de empresa de TI em Beijing pediu demissão para voltar para casa dos pais em outra província para conseguir acompanhar a Copa full-time

Game fan sees footbal more important than jog (China Daily, em inglês): http://www.chinadaily.com.cn/china/2006-06/15/content_617304.htm

3. Blogueiro chinês alcança 10 milhões de visitas na última sexta em seu site.

Chinese World Cup blogger racks up hits (News.com, em inglês): http://news.com.com/Chinese+World+Cup+blogger+racks+up+hits/2100-1026_3-6084613.html

Blog do Don Lu (em chinês simplificado): http://blog.sina.com.cn/m/donglu

17/06/2006 24:53 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Males da política do filho único

O controle de natalidade na China através da política do filho único já está causando alguns problemas sociais:

. filhos mimados, apelidados de pequenos imperadores
. famílias cada vez menores e com poucos parentes próximos (como uma pessoa não tem irmãos, seu filho não terá tios e nem primos)
. desproporção cada vez maior entre o tamanho da população masculina e feminina (pais “selecionam” dando preferência a filhos homens, já que será o provedor, sustentará os pais quando estiverem velhos e é quem dará continuidade à família – o governo chinês chega a cogitar a proibição de exames que indiquem o sexo o bebê antes de nascer)

No campo econômico, a consequência é a aceleração de um problema que países mais ricos já enfrentam, o desequilíbrio entre o número de jovens e de velhos. Chegará um momento em que o país terá muito mais idosos (e em uma volume brutal) sendo sustentados por uma quantidade cada vez menor de pessoas em fase produtiva.

Se por um lado a política permitiu segurar o crescimento explosivo da população, por outro trará problemas que o governo chinês já se apressa em resolver.

15/06/2006 10:54 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Dinastias chinesas

Tabela com a relação completa das dinastias que reinaram no território atual da China e regiões/países adjacentes.

Fonte (em inglês): www.zhongwen.com/ (BC = Antes de Cristo; Republic of China = Taiwan; People’s Republic of China = China Continental)

15/06/2006 10:05 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Top 100 multinacionais do século 21 (41 chinesas e 12 brasileiras) Parte II

Relação completa das companhias do estudo New Global Challengers da Boston Consulting Group. As chinesas com asterisco têm presença direta ou indireta conhecida no Brasil.

BRASIL
Braskem – petrochemicals
Companhia Vale do Rio Doce – mining
Coteminas – textiles
Embraco – engineered products
Embraer – aerospace
Gerdau Steel – steel
Natura – cosmetics
Perdigão – food and beverages
Petrobras – fossil fuels
Sadia – food and beverages
WEG – engineered products
Votorantim Group – process industries

CHINA
Aluminum Corporation of China (Chalco) – nonferrous metals
BOE Hudis Technology Company – computers and IT componentes
BYD Company – consumer electronics
China Aviation Corporation – aerospace
China FAW Group Corporation – automotive equipment
China HuaNeng Group – fossil fuels
China International Marine Containers Group Company (CIMC) – shipping
China Minmetals Corporation – nonferrous metals
China Mobile Communications Corporation – telecommunications services
China National Heavy Duty Truck Group Corporation (CNHTC) – automotive equipment
China Netcom Group Corporation (CNC) – telecommunications services
China Petroleum & Chemical Corporation (Sinopec) – fossil fuels
China Shipping Group – shipping
Chunlan Group Corporation – home appliances
CNOOC – fossil fuels
COSCO Group – shipping
Dongfeng Motor Company – automotive equipment
Erdos Group – textiles
Founder Group – computers and IT components
Galanz Group Company – home appliances
Gree Electric Appliances – home appliances*
Haier Company – home appliances*
Hisense – consumer electronics*
Huawei Technologies Company – telecommunication equipment*
Johnson Electric – engineered products
Konka Group Company – consumer electronics
Lenovo Group – Computers and IT components*
Li & Fung Group – textiles
Midea Holding Company – home appliances
Nanjing Automobile Groups Corporation (NAC) – automotive equipment
Pearl River Piano Group – musical instruments
PetroChina Company – fossil fuels
Shanghais Automotive Industry Corporation Group (SAIC) – automotive equipment
Shanghai Baosteel Group Corporation – steel*
Shougang Group – steel
Sinochem Corporation – chemicals
Skyworth Multimedia Internacional Company – consumer electronics
SVA Group Company – consumer electronics*
TCL Corporation – consumer electronics*
Techtronic Industries Company – engineered products
Tsingtao Brewery – food and beverages
UTStarcom – telecommunications equipment
Wanxiang Group Corporation – automotive equipment
ZTE Corporation – telecommunications equipment*

Link New Global Challengers da BCG (PDF, em inglês) www.bcg.com/publications/files/New_Global_Challengers_May06.pdf

[ 1 comentário aprovado]

15/06/2006 09:12 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

China vs. França: abrindo empresas

O empresário europeu, Sebastien Breteau, aponta em seu blog algumas diferenças no processo de abertura de empresa na China e na França. A impressão inicial é que o processo mais burocrático e caro seria no país asiático, porém, a resposta é inversa. Leva-se 10 meses de burocraria na França, enquanto que na China, especificamente Shenzhen, são necessárias 3 semanas. Em termos de custo, um escritório de 250 m2 custa €120,000 no primeiro €12,000 por 350 m2 no segundo.

Sebastien Breteau é CEO da AsiaInspector, uma empresa que presta serviços de controle de qualidade para empresas estrangeiras que produzam na China, e o endereço do seu blog Chief Asia Inspector é (em inglês): www.chiefasiainspector.com/

14/06/2006 16:46 – publicado por IN Hsieh (inhsieh@gmail.com)

Top 100 multinacionais do século 21 (41 chinesas e 12 brasileiras)

A consultoria Boston Consulting Group publicou o estudo New Global Challengers que aponta 100 empresas de países emergentes com potencial de se tornarem importantes multinacionais do século 21. Da relação, a China lidera com 44 empresas, com Índia em segundo (21) e Brasil em terceiro (12).

Entre as empresas brasileiras estão Embraer, Embraco, Petrobrás, Sadia e Perdigão. Das chinesas, estão Lenovo, Galanz, Hisense e Haier, entre outras. Lista completa aqui em breve.

Link Emerging Today, Global Tomorrow (BusinessWeek, em inglês): http://www.businessweek.com/globalbiz/content/may2006/gb20060530_856726.htm?chan=globalbiz_asia_economics+%2B+policy


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